Recentemente tomamos contato com uma terceira linhagem dos Cotrim. É a que
se origina da cidade do interior paulista - Mogi-Mirim.
Os dados abaixo foram gentilmente enviados por um Cotrim oriundo desta
linhagem, o sr. Fernando da Cunha Canto Filho (que mesmo não tendo Cotrim no
nome é um Cotrim legítimo). No momento estamos investigando, mas caso alguém
tenha mais informações, por favor nos comunique.
Às fls
16 e 18 do livro de autoria do Sr.Lauro Monteiro de Carvalho e Silva, publicado
pela Casa Cardona, em 1960, com o título de "Moji Mirim"(subsídios
para sua história) encontramos a primeira menção aos Grojão Cotrim,
posteriormente vieram a assinar como Gurjão Cotrim.
Atentemos para nota 18:
"Foi dos primeiros povoadores de Moji Mirim, onde figura como morador desde
os mais antigos assentamentos. Era licenciado, isto é, podia procurar perante
as justiças. José Grojão Cotrim e outros seus irmãos, que vieram a Moji,
eram filhos de Inácio da Silva Grojão, natural de Lisboa, e de Maria Ribeiro
da Silva, natural de Itu, netos pela parte paterna de Manuel da Silva Ribeiro,
natural de Torres Vedras, e de Isabel Maria Cotrim, natural de Lisboa, e pela
materna do capitão Baltazar de Godoi da Silva, natural de São Paulo, e de
Isabel Proença de Abreu , natural de Sorocaba. Casou-se nesta cidade em
03/06/1765 com Genebra Maria da Anunciação , filha legítima de Manuel Pinto
Barbosa e de Francisca Dias Cardoso.Na Nobiliarquia Paulistana, de Pedro Taques,
pág 343 e 383, encontra-se a genealogia do capitão Baltasar de Godoi da Silva.
José Grojão exerceu vários cargos de governança e deixou numerosa descendência
, que, com o correr do tempo alterou o apelido Grojão em Gurjão.Confira-se o
livro 1º de casamentos de Moji Mirim, fols 56."
Assim como, volta a surgir no "Almanach de Campinas"(1901)como Diretor
fundadora da "Estrada de Ferro Mogyana", inaugurada em 21/03/1872,
votada pela Assembléia Provincial paulista, de uma linha partindo de Campinas
até Mogy Mirim até as margens do Rio Grande, limite com estado de Minas Geraes"