Familia Cotrim

Citacoes


Padre Manoel José Gonçalves Fraga

1Caetité "Pequenina e Ilustre", pg 126.
"Quando o fidalgo Bernardo Antonio Cardoso (segundo marido de Ana Teresa de Jesus Ladeia) morreu, sem deixar descendência, sua família portuguesa encarregou o padre Manoel José Gonçalves Fraga de vir liquidar sua herança.
Assim, o padre chegou a Caetité em 1825 e após promover a liquidação da herança e remeter o produto, ficou residindo na vila e chamou um irmão e um sobrinho de 14 anos, menino que educou e mandou estudar no Recife, onde se diplomou em direito e que foi o Dr. Manoel José Gonçalves Fraga."


Manoel José Gonçalves Fraga

1Erivaldo Fagundes Neves, Formação e desenvolvimento da estrutura de propriedade, posse e uso da terra no Alto Sertão da Bahia.
"(Bonfim) - Sítio da antiga fazenda Caetité, no subúrbio de cidade de mesmo nome, que o juiz de direito Manoel José Gonçalves Fraga e sua mulher Maria Amélia de Faria Fraga herdaram do tio padre Manoel José Gonçalves Fraga e venderam em 1877 para Pedro Fagundes Cotrim, Valeriano Fagundes Cotrim e Aureliano Fagundes Cotrim por cinco contos de réis."

2Edward Fraga, Site da Familia Fraga (www.frmfraga.hpg.com.br).
MANOEL GONÇALVES FRAGA, Nasceu na "Casa da fraga a 07 de Fevereiro de 1835. Veio para o Brasil com 15 anos para a casa do tio padre. Formouse em direito pela faculdade de recife, em Pernambuco. Casou se na Bahia com Maria Amélia de faria, da tradicional familia Baiana. Voltou para a "Casa da Fraga", em Portugal, com 54 anos, onde faleceu a 23 de abruil de 1900.
Segundo filho de José Lourenço Gonçalves fraga e de claudina da Silva, nasceu na "Casa Fraga" foi batizado pelo padre João martins de Chacim. Foram pagdrinhos manoel Alves de Souza e sua mulher Joaquina elvira da Conçeição.
Dr. Manoel José gonçalves fraga (Sobrinho) foi o sexto morgado da "Casa da Fraga".
Em 1850 com quinze anos de idade veio sozinho de teixugueiras Portugal, com destino ao Brasil. Chegou À Caetité a 26 de novembro.
Veio a convite de seu tio e padrinho Pe. Manoel José gonçalves, Vigário geral de Caetité que se achava velho, e desejava um continuador de seu trabalho feito com muito amor; sem prejuizo de seus múnus religioso, dedicava-se ele tambem a variadas atividades economicas, Pe. Fraga assumiu toda a responsabilidade dando ao menino uma educação esmerada.
Fez curso de preparatórios na capital da Baia. Matriculou-se na faculdade de Direito do Recife, em Pernambuco, onde recebeu o grau de Baicharel em Ciencias Sociais e Juridicas, em fins de 1863
Naturalizou-se brasileiro por carta assinada e referendada pelo Marques de olinda, com data do rio de janeiro, em 24 de setembro de 1862.
Quando ainda Academico, contraiu nupcias com Maria Amélia de faria, de tradicional família baiana, perante o vigário Policarpo de brito Gondin, sertvindo de testemunhas, o Capitão Antonio José da cunha, Domingos Gonçalves fraga e o Tenente-Coronel Felipe rodrigues Ladeia.
Foi morar em Recife para continuar seus estudos. Lá nasceu o primeiro filho do casal que se chamou Manoel José.
Já Bauicharel em direito, volta a residir em Caetité, no "Sobrado" do largo da matriz de SantÁna, de propriedade da mulher. esse Sobrado lhe foi vendido mais tarde por sua sogra.
Ao regressar a Caetité, fez rápida carreira como promotor publico, Juiz municipal, Curador de Órfãos.
No ano de 1886, mais ou menos, viu-se obrigado a pedir demissão do cargo de juiz de Direito para vir a São Paulo tratar de negócios a pedido de um grande amigo e conterrâneo que se achava muito doente. Rogava que viesse como amigo e advogado para cuidar da parte dos Òrfãos, caso morresse. Infelismente ao chegar encontro-o sepultado.
Dr. manoel deixou com a mae os filhos josé Lourenço, Antonio e Amélia na mutamba, casa construida por ele, em terras da sogra para passar fins de semana. O filho mais velho, Manoel josé já estava casado com sua Prima Amélia Moreira Fraga. Constantino, Afonso e Domingos estudavam fora.
Durante dois anos, Dr Manoel José esteve longe da familia residindo em São Paulo, na cidade de São Carlos, onde deixou um filho com o nome de Lauro Gonçalves fraga, que se casou com prima Ana Teresa Gonçalves Fraga.
Ao regressar a Caetité não conseguiu reaver o cargo de Juiz de direito, tornou-se politico militante no partido Conservador, dedicando-se tambem ao comercio tendo feito regular fortuna.
Depois de quarenta anos de residencia no Brasil, que adotou como sua pátria, desgostoso com a politica, com depressão nervosa, resolve voltar a Portugal.
Os anos passados distante da esposa deixou de ser aquele esposo invejável, fazendo sua mulher sofrer muito com essa mudança, mas assim mesmo aceitou a resolução do marido.
Vende então o sobrado para a familia do professor Anísio teixeira e sai de caetité em março de 1889, com cinquenta e quatro anos, levando a mulher e os filhos José (Cazuza), com vinte e um anos; Domingos, com vinte, Antonio com desseseis e Amélia com quinze. Domingos que já frequentava com brilho a faculdade de medicina e, era no meio dos estudantes conhecido como "Pena de Ouro", teve que abandonála por doença (derrame); um dia profundamente angustiado diz aos irmãos. "---Meu deus, que deveria eu ser!... e o que sou hoje?"
No Brasil ficaram os filhos mais velhos: Manoel José, casado com sua prima Amélia Moreira Fraga, em Caetité. Constantino e Afonso em Jaú, exercendo com grande sucesso a profissão de Advogados.
Retirando-se de caetié em março de 1889, permaneceu com a família em Slvador por dois meses, na baixada dos sapateiros, hospedado na casa Brandão, à espera de um navio que o levasse a sua terra natal.
Em Portugal já o esperavam, um amigo que preparou toda a viagem.
Foi com a fámilia de trem, em carro especial até o "Arco de Baulhe". Daí, tomou um carro até cabeceiras de Bastos. No dia seguinte foi a Teixugueiras, encontrando.se na "Casa da Fraga" , onde residiam com seus irmãos solteiros - Maria, Bernarda, Ana, Marcolina, José Lourenço e Bernardo. Marcolina conhecida por michelina, já estava casada com Domingos Martins dos Santos, em Meijoadela. Passou a conviver com os irmãos que o chamavam de mano.
O filho José voltou para o Brasil. Domingos, faleceu com vinte e dois anos, em setembro de 1891; Amélia casou-se em cabeceiras de Basto, com Joaquim José de Oliveira Basto. Sua mulher nao conseguindo sobreviver la, por motivo de doença, volta para o Brasil com o filho Constantino, que lá estava em visita aos pais.
Dr José Manoel teve um finm de vida muito triste, ficou só com os irmãos e o filho mais novo Antonio, que tambemnão suportando mais a saudede que sentia da mae, depois de oito anos de estadia em Portugal, resolve voltar para o Brasil, o que o fez no dia 07 de Janeiro de 1897.
Após dois anos, Dr. Manoel José fica doente e a filha Amélia escreve chamendo um dos irmãos para ajudá-lo. Antonio volta para lá já casado com Ezaltina de Almeida Prado. Dr manoel José entrega lhe um filho nascido em teixugueiras, registrado com o nome de Antonio pereira fraga, com seis anos de idade, para que no Brasil fosse entregue ao filho Constantino.
Sua doença durou dois anos. um dia, desesperado, exclama: "---Maria, Maria, você não perdoou!...", e ela, de longe, se lastima nao lhe poder fazer companhia, sua saude nao permitia, era tremendamente asmática.
Maria Amélia fou uma mulher singular admirada por toda familia.
Dr Manoel era diabético. Alem disso, tinha outras doenças que o deixou indiferente a tudo. Seu genro Joaquim José de oliveira Basto, escreveu uma carta a seu cunhado Antonio, con data de 02 de fevereiro de 1899, com destino ao Brasil poara a cidade de Jaú, em São Paulo, onde residia e se expressou dessa forma:
"O pai dr recebeu a noticia de seu próximo casamento com aparente satisfação e isto mesmo revela-lhe ele na carta que lhe escreveu, bem como à nossa mãe.
Hoje para ele tudo lhe é diferente, recebe com a mesma frieza, glacial uma noticia que o devia encher de júbilo ou uma noticia que lhe anuncia prejuizo dàlguns contos de réis.
A falencia da fabrica...................e a suspenção de pagamento da casa Brandão recebeu-a ele com verdadeira frieza. Bom é que estes........................da sorte não.......................nele mais que um desgosto passagenro porque d'outra forma poder-lhe-ia ser fatal.
Dr. Manoel José foi assistido em sua doença, alen dos irmãos pelos filhos Amélia e Antonio. Este, lá permaneceu por dois anos até o falecimento de seu pai a 23 de abril de 1900.
Dr Manoel José foi sepultado no Cemitério de Rio D'Ouro, em jazigo próprio, no dia 25 de abril, dois dias após sua morte. Neste dia nasce o primogenito de Antonio e Ezaltina que, em sua homenagem deram lhe o nome de manoel josé.
Antonio e Ezaltina herdaram a "Quinta da Fraga", deixando para os tios o uso e fruto dela. Com o correr dos anos, com muitos filhos, Antonio viu-se forçado a vende-la para o irmão Constantino, alias com grande pesar. Anos mais tarde, Amélia, unica da familia que ficou morando em Portugal comprou-a do irmão. Hoje a "Casa da Fraga" pertence aos seus descendentes, filhos do Dr. Manoel, já falecido e de dona maria dos prazeres Leite castro. foi um grande advogado conhecido não só em Cabeceiras de Basto, como foi em toda a redondeza.
Do consórcio com dona maria Amélia de faria Fraga, o Dr Manoel José teve os seguintes filhos:- Manoel José, Conatantino, Cristovão, Afonso, José Domingos, Maria, Antonio e Amélia.


Maria Amélia de Faria

1Edward Fraga, Site da Familia Fraga (www.frmfraga.hpg.com.br).
MARIA AMÉLIA DE FARIA FRAGA, filha de Constantino José de Faria e Bernardina de Jesus Faria, nasceu no dia 29 de novembro de 1834. Maria Amélia casou-se em Caetité no dia 07 de janeiro de 1860 com Manoel José Gonçalves Fraga, português naturalizado brasileiro, ainda acadêmico da Faculdade de Direito de Recife, em Pernambuco.Ele residia em Caetité com seu tio e padrinho, Padre Manoel José Gonçalves Fraga, vigário-geral de Caetité que o mandava vir de Portugal para ficar sob sua tutela.

Maía, apelido que lhe deram na família, herdou a inteligência dos pais. Era uma senhora linda e elegante, muito enérgica, mas bondosa, querida por todos que a rodeavam.

Foi residir em Recife até que Manoel José se bacharelasse. Neste ínterim tomou bons professores e tal progresso fez que estudava com seu marido auxiliando-o nos trabalhos da Faculdade.
Morou dois anos em Recife onde nasceu seu primeiro filho, no dia 30 de outubro de 1.860, dando-lhe o nome de Manoel José.
Frequentava a sociedade pernambucana onde ficou conhecida pela "Bela Sertaneja".

Em princípios de maio de 1862, volta a Caetité para a Fazenda "Barra dos Farias", onde se encontrava sua mãe. Aí nasce o segundo filho Constantino, no dia 15 de maio de 1862.

Retornando a Recife, Manoel José recebe o grau de bacharel em Ciências Sociais e Jurídicas.

Mudando-se definitivamente para Caetité, a família fixa residência no "Sobrado" que até hoje existe, fica numa praça atrás da Igreja de Sant�Ana, propriedade da família, naquela época. Nesse "Sobrado" nasceram os outros sete filhos: Cristovão, Afonso, José, Domingos, Maria, Antonio e Amélia.

Maria Amélia por longo tempo foi de uma grande felicidade apesar de ter perdido dois filhos na infância: Cristovão e Maria.

Os três filhos mais velhos estudaram bastante. Manoel José optou pelo casamento com sua prima Amélia Fraga Moreira e não se formou. Constantino e Afonso foram estudantes e advogados reluzentes.

No ano de 1886 mais ou menos Manoel José recebe uma carta de São Paulo, cidade de São Carlos, de um conterrâneo e grande amigo comunicando-lhe que estava à beira da morte, se tal acontecesse, pedia que viesse como amigo e advogado cuidar da parte dos órfãos.Manoel José mantinha com ele negócios de grande vulto. Viu-se então obrigado a viajar para São Paulo e aí permaneceu por dois anos.

Ao retornar a Caetité, Manoel José tornou-se indiferente com a mulher, não era mais "aquele marido" e Maria Amélia sofreu muito, nunca deixou de amá-la. Atribuiu essa mudança à idade e à depressão nervosa talvez por causa da política, era do "Partido Conservador". Cada vez mais nervoso se convenceu que os irmãos que moravam na Casa da Fraga, em Portugal,eram mais felizes do que ele. E resolve mudar-se para lá.Maía, como boa esposa o acompanhou com os filhos: José, Domingos,
Antonio e Amélia. Manoel José não se incomodou mais com o estudo dos filhos e, estes sentiram muito por eles e pela mãe que
via os filhos crescerem sem estudar.

O filho mais velho José ( Cazuza ), após dois anos volta para o Brasil. Domingos morre com 22 anos de idade, em setembro de
1891. Amélia casa-se em Cabeceiras de Bastos com Joaquim José de Oliveira Basto, no dia 14 de setembro de 1892.

Maria Amélia, não suportando mais o clima de lá devido à bronquite asmática volta para o Brasil com o filho Constantino que lá estava em visita aos pais. O filho Antonio ficou sozinho com pai e os tios.

Maía nunca pensou em morar definitivamente no Brasil. Dizia constantemente: estou pagando os 40 anos de felicidade....

Ao receber a notícia da morte de seu querido marido, escreveu em seu álbum: "Meu Deus, levai-o à V. Bem-Aventurança. Aliviai-as minhas tristes mágoas por não achar-me a seu lado. Vós Deus de Misericórdia para quem nada se oculta, bem sabeis o quanto eu o estimava. Se o deixei foi por não poder suportar o clima de Portugal.

Vim em procura de alívio para meu sofrimento".

Maria Amélia ficou morando na cidade de Jaú, São Paulo, passando dias com os vários filhos. Morreu na casa do filho José ( Cazuza ) casado com sua prima Amélia Eponina de Faria Fraga, no dia 14 de junho de 1901. Está sepultada no Cemitério de Jaú, Quadra B, Rua D-16.


Jose Gonçalves Fraga

1Edward Fraga, Site da Familia Fraga (www.frmfraga.hpg.com.br).
Fes seus estudos primários em Caetité - BA, e os preparatórios no " Colégio São José" em Salvador-BA. Em 1889, com vinte e um anos de idade, mudou-se com a familia para Texuqueiras, Provincia de Minho Portugal. Cazuza ( como era chamado José Gonçalves Fraga) não se acostumou longe da pátria. Após dois anos, regressa ao Brasil, nao mais a Caetité, mas para Jaú onde Moravam seus irmãos. Comprou lá uma fazenda de sociedade com os irmãos Manoel e Constantino. Casou-se em Ribeirão Preto com sua prima Amélia Eponina de Faria ( Saza ), filha do Dr. João josé de Faria, Médico, residente em Ribeirão Preto e dona Joaquina Xavier Faria.
Cazuza em 1902, volta a Portugal em visita a sua irmã Amélia que ficara viuva.
Retornando a sua pátria, em Jaú - SP, Vende sua fazenda e compra a "Fazenda Santa Maria", de sociedade com seu irmão Antonio. Com a Venda dessa ultima, vai auxiliar seu irmão Constantino, na abertura de novas fazendas, especialmente a "Fazenda Pantano" ( Bauru-SP) e "Fazenda Saltinho" ( Cafelandia - SP ) Transferindo-se posteriormente sua residencia para Paraguaçu Pta na "Fazenda Estrela" doada pelo seu irmão Constantino.
Cazuza tinha tanto de bondade quanto de distração, alias mal da familia Fraga. Quando pegava um jornal, nada mais via em sua frente. Certa ocasião, na estação ferroviária em Jaú, estava esperando trem que o levaria até Bauru. Por dois dias deixou de toma-lo, porque estava lendo o jornal que chegará naquele instante e não prestou atenção a partida do tem. No terceiro dia, o chefe da estação que era seu Amigo, disse lhe: " __ Seo Cazuza, está na hora do trem partir..."
Gostava muito de politica, foi vereador na camara municipal de Bauru, tomou posse ativa no levante militar de 1924, acompanhando o General Isidoro Dias Lopes em sua retirada até o Mato Grosso.
Estando em visita a sua filha Maria da Gloria ( Glorinha ) casada com José Mendes da Costa, na "Fazenda Eiró", no distrito de Nogueira, Municipio de Avaí-SP, ficou muito doente, vindo a falecer no dia 25 de Outubro de 1943.
Foi sepultado no Cemitério de Jaú-SP, na Quadra A, Rua C-17.
Cazuza e Saza tiveram os seguintes filhos: Maria da Gloria, Mário, Manoel, Afonso, Durval e Antonio Cristovão.


Constantino Gonçalves de Faria Fraga

1Caetité "Pequenina e Ilustre".
"Foi advogado em Jau SP de onde foi prefeito."

2Edward Fraga, Site da Familia Fraga (www.frmfraga.hpg.com.br).
"Bernardina e Constantino eram de uma inteligencia invejável. Naquele tempo mulheres mal sabiam assinar o nome, Bernardina escrevia com desenvoltura deixando cartas escritas para seu neto Dr. Constantino Gonçalves Fraga que estão em poder de Enedina Gonçalves Fraga, licenciada em pedagogia pela faculdade Sedes Sapientiae regida pelas cônegas de Santo Agostinho, em São Paulo."


capitão Antonio Xavier de Carvalho Cotrim

1Erivaldo Fagundes Neves, Formação e desenvolvimento da estrutura de propriedade, posse e uso da terra no Alto Sertão da Bahia.
"Fazenda Brejo dos Padres - Em 1822 inventariaram uma parte nos espólios do capitão Antonio Xavier de Carvalho Cotrim e sua mulher Joana Fagundes da Silva."

2Pesquisa feita por Erivaldo Fagundes Neves nos arquivos da Torre do Tombo (Portugal).
" Foi seu padrinho João Xavier da Silveira, de quem adotou o nome Xavier. Saiu de Portugal a 01/02/1735."

3Dário Teixeira Cotrim, O Distrito de Paz do Gentio - e a história sucinta de sua decadência (A "Penna" editora gráfica ltda.), pg 39.
"Antonio Xavier de Cavalho Cotrim veio de Portugal e quando aqui chegou casou-se com dona Joana Rodrigues da Silva. Com o correr dos anos Antonio concluiu que após tanta luta, tanto esforço e tanto sofrimento, não passava de um simples roceiro, não obstante possuir léguas e mais léguas de terras na bacia hidrográfica do rio Carnaíba de Dentro. Antônio e dona Joana forma os pais de Manuel Xavier de Carvalho Cotrim I ..."


Francisco Xavier Fagundes Cotrim

1Dário Teixeira Cotrim, O Distrito de Paz do Gentio - e a história sucinta de sua decadência (A "Penna" editora gráfica ltda.), pg 51.
"Em 1843, era proprietário da fazenda "Jardim", no município de Caetité, o coronel Francisco Xavier Fagundes Cotrim, casado com dona Francelina de Brito Gondim uma das irmãs do padre Policarpo de Brito Gondim.Desde a época de sua meninice, antes do sol nascer e depois de êle se pôr, o trabalho o acompanhava pelos campos de lavoura e pelos currais de gado. No libelo contra Antonio Alves Martins, em que foi acusado da morte de Leodegário Xavier de Carvalho Cotrim, aparece o coronel Francisco testemunhando o fato de Dr. João José de Faria mandar os seus capangas libertar o dito criminoso. Faleceu o coronel no dia 18 de março de 1900. Seus irmão foram: Inocencio, Antonio Fagundes, Pedro Xavier, Valeriano e Aureliano."

2Erivaldo Fagundes Neves, Formação e desenvolvimento da estrutura de propriedade, posse e uso da terra no Alto Sertão da Bahia.
"Francisco Xavier Fagundes Cotrim e sua mulher Angélica Francisca de Brito Gondim venderam uma parte (da fazenda Barro Vermelho) com outra de Vargens por 400 mil-réis em 1841, para o tenent Pudenciano de Brito Teixeira."